Quando ousamos acreditar em nós mesmos, somos capazes de tomar decisões corajosas. Dessa forma co-criamos a realidade que desejamos, mudamos e caminhamos sem medo, sem receio do que os outros dizem e sem preocupações excessivas pelo que pode acontecer.

Desenvolver a autoconfiança permite que cresçamos na direção que escolhemos.

Quando acreditamos em nós, somos capazes de tomar decisões com maior segurança. Quando confiamos nos recursos internos, na experiência de vida, e lembramos quais são os nossos valores e necessidades, despertam forças que abrem o nosso caminho. Dessa forma, permitimo-nos crescer e avançar construindo a realidade que desejamos, lidando com os obstáculos, libertando-se das dores emocionais e pesos do passado, para se enriquecer com o que há de vir.

Embora, e se mentalmente optas por esse caminho de desenvolvimento e crescimento pessoal, na prática sabemos que a jornada é repleta de desafios e nem sempre é fácil trilharmos na direção dos nossos sonhos.

Além disso, por trás de muitas alterações de humor existem, falta de confiança, de apreço e valorização da própria pessoa. A autoestima está em baixo, a mente dominada por narrativas internas negativas e de autocrítica, que sabotam a felicidade e bem-estar.

É claro que não deixamos de confiar em nós mesmos de um dia para o outro. Geralmente, isso começa a acontecer na infância e adolescência quando começamos a integrar uma série de crenças e autoafirmações negativas, que alimentam o desenvolvimento de uma autoestima fragilizada com o não reconhecimento de qualidades e pontos fortes. Em desenvolvimento pessoal é possível identificar essas feridas de forma a construir a base para o trabalho de realização e crescimento pessoal e relacional.

Se queremos encontrar satisfação e autorealização, devemos optar pelo crescimento, considerando que essa aposta exige que nós superemos os nossos medos.

De facto não é uma tarefa simples. Para que alguém se permita crescer e se desenvolver em direção aos seus sonhos, objetivos e necessidades, é preciso tomar consciência das crenças limitantes, e dos medos, muitas vezes irracionais.

Na realidade, constato no decorer das sessões, que há muitas pessoas que chegam à terapia apresentando realidades nas quais vivem abaixo do seu verdadeiro potencial de realização. E porque isso acontece? Perguntarão…

Sei que, quando acredito em mim mesmo, sinto-me mais feliz e mais seguro. Mas, sou incapaz de reconhecer que tenha algo de especial em mim, não consigo ver as minhas qualidades, nem faço nada que me deixe orgulhoso de mim. Na realidade, sempre me senti como um estranho na minha própria pele.

Este trecho pode ser um exemplo de raciocínio, de alguém que desde a sua infância, tenha padecido de apoio e afeto emocional.

Quando crescemos com a ausência de afeto, validação, da confiança que os nossos pais nos dão, que nos estimulem e apoiem a fazer as coisas, que nos expressemos, decidamos, possamos fazer as nossas escolhas, é provável que mais tarde, nos demos conta da falta de autoestima e autoconfiança que irá afetar não só as relações com os outros mas também a nossa capacidade de manifestação no mundo.

E embora a valorização externa tenha um profundo impacto em nós mesmos e ao longo da vida, a mudança real acontece quando somos nós que escolhemos trabalhar estes aspetos para que nos sintamos melhor, mais seguros e felizes.

Por isso, se finalmente nos atrevemos a questionar as nossas antigas crenças, padrões e as ideias que os outros deixaram impressas, temos o nosso caminho desempedido de medos e de inseguranças. Assim fazemos a “limpeza” das sementes cheias de crítica que os outros tenham “plantado”, ao ponto de nos fazer acreditar de que não somos capazes, que não sabíamos, que não poderíamos, que não merecíamos isto ou aquilo…

Todos podemos expressar o nosso potencial, que reside me cada um. Temos o direito de nos posicionar na vida como queremos, escolhendo o caminho de autorealização que nos faz sentido, livrando-se das narrativas do passado.

Qual é o caminho que escolhes?

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