Há alturas na vida em que podemos sentir a nossa autoestima diminuída e insuficiente. Sentimo-nos inseguros e desvalorizados.

E se não nos valorizamos o suficiente, é porque provavelmente não temos a total consciência do impacto negativo dessa desvalorização em várias esferas da nossa vida.

As consequências de se subestimar não afetam somente a nós mesmos, mas também as pessoas que connosco convivem, começando com os filhos, parceiro, família, amigos e colegas. Todos podem sentir o impacto da nossa baixa autoestima. Dessa forma, o facto de não se valorizar o suficiente fará com que se olhe ao espelho e provavelmente se veja diminuído/a, quando na verdade possui muitas qualidades que ignora ou que não se dá conta.

Como saber que te valorizas o suficiente?

Por vezes é difícil ter uma imagem realista das nossas próprias capacidades, colocar um limite que separe de forma realista os desafios que podemos alcançar com o nosso esforço e os desafios que estão para além das nossas possibilidades. Algumas vezes fracassamos e outras temos sucesso, o que poderá afetar como nos sentimos no momento presente, e nos fará avaliar o nosso verdadeiro valor.

Quando não nos valorizamos o suficiente, tendemos a adquirir uma série de automatismos que irão traír-nos. Avaliar se esses automatismos estão presentes ou não pode facultar uma visão realista de como te valorizas e se estás a ser justo/a nessa avaliação de ti mesmo/a.

Automatismos que indicam que podes não te valorizar o suficiente:

– Excesso de modéstia
É saudável agradecermos os elogios a nosso favor, quando sentimos que estes são autênticos. Se alguém elogia, é provavel que reconheça as nossas qualidades ou características. A humildade é uma grande virtude, embora em excesso pode ser um problema de autoestima; recebe os elogios com alegria.

– A sobrevalorização da opinião dos outros
A insegurança pode levar a sobrevalorizar a opinião dos outros. É importante ouvir as opiniões dos outros, sem que estas afetem o valor que atribuímos a nós mesmos, nem desequilibrem o nosso estado emocional e diminuam a nossa autoestima.

– Colocar o bem-estar dos outros em primeiro lugar
Pensar nos outros e preocupar-se com eles é uma atitude valiosa e altruísta. No entanto, quando damos primazia apenas às suas necessidades, colocamo-nos em segundo lugar e acabamos por nos subestimar. A felicidade alheia é tão importante quanto a nossa. Acreditar que podemos contribuir para a felicidade dos outros sacrificando a nossa própria felicidade, é uma quimera e ilusão.

– Duvidar das suas capacidades
Se acreditamos nas nossas capacidades é provável que estas se manifestem em ações concretas para realizarmos o que desejamos. Os pensamentos podem ser os nossos melhores amigos ou piores inimigos quando nos promos a manifestar o nosso potencial.

– Evitar sair da sua zona de conforto
A zona de conforto é realmente um lugar muito seguro, de onde podemos evitar sair com receio da mudança e do que poderia acontecer. A baixa autoestima pode contribuir para a dificuldade em arriscar e sair da zona de conforto. E ao não arriscarmos, podemos estar a perder oportunidades desejadas.

Desta forma, cultivar a segurança e a realização pessoal são aspetos que beneficiam o nosso bem-estar e felicidade, e por conseguinte das pessoas que nos rodeiam.

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