Vemos os jovens cada vez mais dependentes dos smartphones. É uma realidade que se observa em muitas famílias.
São cada vez mais sedentários
1. São jovens que saem pouco de casa e estão menos interessados na construção da sua independência. Não se sentem muito motivados a começar a trabalhar ou aprender, e alguns têm dificuldades em tomar decisões.
Os telemóveis são os melhores amigos
2. Passam muito menos tempo com os amigos. O centro das suas vidas é o smartphone, que serve de meio para um contínuo de entretenimento e envio de mensagens. O pior castigo que se pode dar é serem proibidos de usar os telemóveis ou serem desconectados da internet. A proibição pode gerar estados repentinos de irritabilidade, apatia e aborrecimento e que se torna num desafio permanente para os pais lidarem.
Menos habilidades sociais e cognitivas
3. O facto de passarem menos tempo com os pais e os amigos, torna o desenvolvimento das suas habilidades sociais mais limitado. Inclusivamente, alguns mostram-se apreensivos em comunicarem presencialmente, têm dificuldades na concentração e quase nenhuma motivação para lerem ou escreverem.
São mais ansiosos e deprimidos
4. Parecem ter maiores níveis de ansiedade e tendências depressivas, pelo facto de não conseguirem encontrar equilíbrio entre atividades de socialização e conexão às redes.
São conscientes mas não sabem como viver desconectados
5. Muitos sabem que o tempo excessivo que passam no telemóvel prejudica-os, no entanto não sabem viver de outra maneira. E aqui o papel dos pais é importante para monitorizar o uso dos telemóveis dentro de casa, sempre que é possível fazê-lo. Talvez precisem cada vez mais dos pais que possam passar mais tempo com eles, conscientizando-os para outras formas de viver.
São jovens que parecem ter perdido parte da sua energia para se manifestar no mundo e experimentá-lo, muitos estão tristes e apáticos, sem vontade de estudar ou desenvolver as suas habilidades e potencialidades. Não encontram outra saída a não ser adapatarem-se a viver de forma passiva à realidade onde vivem, em que a solidão e o isolamento se tornaram em melhores companheiros.
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