A forma como percecionamos a vida e nos relacionamos com ela muitas vezes pode causar sofrimento emocional, como sentimento de infelicidade, incompletude, vazio ou tristeza…ou outro tipo de desconforto ou mal estar.

A relação de profundo amor, gratidão e confiança com a vida, ajuda que cultivemos também a força interior, a segurança, a autoconfiança, a fé e a coragem para trilharmos os nossos caminhos. Ou seja, aquilo que está dentro de nós é o que está fora também. O mundo é o que somos e o que está dentro de nós, é o reflexo da nosso equilíbrio interior e paz, ou desordem e sofrimento.

Quando não gostamos de algo fora de nós, no mundo que nos rodeia, é provável que há algo dentro de nós que também não gostamos, há alguma insatisfação interior que projetamos nos outros, sob forma de exigência desmedida, irritabilidade, raiva, rejeição ou indiferença. São ângulos cegos de nós mesmos, aspetos dos quais muitas vezes não temos consciência, não nos damos conta, ou talvez são defeitos, limitações e sombras que temos medo de enfrentar, ou não apreciamos em nós mesmos.

Para que reencontremos a paz, o bem-estar e o equilíbrio, é preciso que reconheçamos a influência dos nossos problemas (ou desafios como gosto de lhes chamar!), insatisfações, mal estares sobre nós mesmos, perceber o quanto podem afetar o nosso dia-a-dia e as relações com os outros. Encontrar as respostas para os conflitos internos, procurar resolver os problemas que atormentam, vai permitir que desfrutemos da vida melhor, que ganhemos a alegria de viver, que vivamos a vida que queremos viver, que estabeleçamos conexões mais profundas e verdadeiras com os outros. Assim, e dando os passos em direção a nós mesmos, vamos sendo capazes também de mudar as nossas perceções e estabelecer uma relação frutífera com a vida, saudável.

A proposta por isso, é permitirmo-nos crescer através dos problemas/desafios, aceitar que existem, vivê-los e encontrar a  forma de lidar com eles, ou resolver. O contrário seria lutar com os problemas, afastá-los, não pensar neles, mas isso é nadar contra o coração, e é ao mesmo tempo lutar connosco próprios. Se fugimos dos problemas, fugimos de nós próprios.

Quando nos tornamos conscientes do que se passa dentro de nós e dos aspetos que afetam o nosso bem-estar, podemos realmente começar a mudar algo. E as mudanças internas produzem efeito no exterior, sob formas por vezes surpreendentes e inesperadas.

O exemplo bom dessa mudança, é o amor próprio e a autoestima. No dia em que formos  capazes de nos amar incondicionalmente, com tudo o que somos, parece que nem ao acaso, aparecem pessoas que nos tratam bem e amam, e as oportunidades que surgem valorizam quem somos e o que fazemos.

Não é um acaso, são mudanças que fizemos em nós mesmos que produziram efeitos no exterior.

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